Para Marrocos, morte de Bin Laden "não significa o fim do terrorismo"
Para Marrocos, morte de Bin Laden "não significa o fim do terrorismo"
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Rabat, 2 mai (EFE).- A morte do líder da Al Qaeda, Osama bin Laden, "não significa o fim do terrorismo e é preciso continuar lutando", disse nesta segunda-feira à Agência Efe o ministro de Comunicação marroquino e porta-voz do Governo, Khalid Naciri.
Naciri ressaltou que "é preciso lembrar que o Marrocos foi atingido pelo terrorismo várias vezes, como no atentado de quinta-feira passada em Marrakech", que provocou a morte de 16 pessoas e deixou dezenas de feridos.
O ministro do Interior, Taieb Cherkaoui, disse após o atentado que o método utilizado pelos terroristas "lembra o estilo da Al Qaeda", apesar de as autoridades marroquinas ainda não terem confirmado a autoria do ataque.
Além disso, o porta-voz do Governo afirmou que "o terrorismo não está ligado a uma só pessoa" e que o Marrocos "está atento para proteger seus cidadãos e poder dar continuidade ao processo de reformas" constitucionais anunciadas pelo rei Muhammad VI em 9 de março.
O atentado contra a cafeteria Argana, situada na praça Yemaa el Fna, foi o ato terrorista mais sangrento no Marrocos desde os atentados suicidas de 16 de maio de 2003 em Casablanca, que resultaram na morte de 45 pessoas.
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